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Como funciona a terapia online (e funciona mesmo?)

Késsia PachecoPsicóloga · CRP 05/84842 · 4 min de leitura

Será que dá certo fazer terapia por uma tela? É uma das primeiras dúvidas de quem pensa em começar, e faz todo sentido ter essa pergunta. Vou te contar como funciona a terapia online na prática e o que as pesquisas já mostraram sobre isso.

O que é a terapia online, na prática

É a mesma terapia que você faria no consultório, só que por videochamada. Você conversa com a mesma psicóloga, na mesma frequência e com o mesmo sigilo, de onde você estiver. O que muda é o meio, não o cuidado. Em vez de atravessar a cidade, você entra na sessão de um lugar onde se sinta à vontade.

A terapia online funciona mesmo?

Funciona. Os estudos sobre terapia a distância vêm mostrando resultados parecidos com os da presencial para as queixas mais comuns, como ansiedade e depressão. O que faz a terapia dar certo não é a sala: é o vínculo com o profissional e a constância dos encontros, e isso se constrói muito bem pela tela.

No Brasil, o atendimento psicológico online é reconhecido e regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Existe uma norma cuidando de quem pode atender e de como o seu sigilo é protegido, e você sempre pode conferir o CRP de quem vai te acompanhar.
Tablet com fone de ouvido e caneca numa mesa aconchegante, pronto para uma sessão de terapia online

Como é uma sessão online

Na prática, é simples. No horário marcado, você recebe um link e entra numa videochamada comigo, num ambiente reservado. A conversa é igual à de um consultório: você fala, eu escuto, e a gente trabalha junto no que te trouxe até ali. Você só precisa de uma internet razoável e de um cantinho onde ninguém te interrompa por aquele tempo.

Para quem a terapia online é indicada

Serve para a maioria das pessoas, e é uma mão na roda para quem tem rotina corrida, mora longe de um consultório ou se sente mais à vontade falando de dentro de casa. Em algumas situações mais específicas, como certos quadros graves ou momentos de risco, o acompanhamento presencial pode ser mais indicado. Quando é esse o caso, eu converso com você e ajudo a encontrar o melhor caminho.

Como começar

Começar costuma ser mais simples do que parece. Você me chama no WhatsApp, a gente marca um primeiro horário e, a partir daí, encontra um ritmo de sessões que caiba na sua vida. Não é preciso estar em crise para buscar terapia. Querer se entender melhor já é motivo suficiente.

Se você tem pensamentos de se machucar ou de morrer, procure ajuda agora. Ligue para o CVV no 188 (gratuito, 24 horas) ou vá a um pronto-socorro. Você não está sozinha.

Pensando em começar a terapia online?

Agende uma conversa e tire suas dúvidas sobre como funciona, sem compromisso.

Falar pelo WhatsApp

Perguntas frequentes

Para a maioria das queixas, sim. As pesquisas apontam resultados semelhantes aos da terapia presencial em casos como ansiedade e depressão. O que mais importa é o vínculo com o profissional e a regularidade das sessões.

É. O sigilo é o mesmo da terapia presencial e faz parte do código de ética da profissão. O atendimento online é regulamentado pelo CFP, e você pode usar uma plataforma de videochamada com conexão protegida, de um lugar reservado.

De um celular ou computador com câmera, uma internet razoável e um lugar reservado onde você possa falar à vontade. O link da sessão eu envio antes do horário marcado.

Sim. A eficácia da terapia online é parecida com a da presencial para queixas como ansiedade e depressão, e o vínculo com a psicóloga se constrói bem pela tela. No Brasil, a modalidade é regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Em geral, cada sessão dura cerca de 50 minutos, no mesmo formato da terapia presencial. A frequência costuma ser semanal, mas a gente ajusta esse ritmo de acordo com o seu momento e os seus objetivos.

Késsia Pacheco

Psicóloga · CRP 05/84842

Psicóloga com atendimento online focado na saúde mental da mulher: ansiedade, autoestima e bem-estar emocional. Trabalho com escuta cuidadosa e práticas baseadas em evidências.

Fontes